domingo, 27 de setembro de 2009

Desejos...

Eu quero a simplicidade da vida

Algo que não seja complicado

Mas que também não seja simplificado.

Eu quero a esperança novamente

Que se perdeu pelo caminho.

Eu quero a vivacidade

E quero encontrá-la dentro de mim.

Eu quero a felicidade

E que não demore muito para chegar

Estou cansada de esperar...

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Reflexão Arnaldo Jabor!!!!

"Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida"
Devemos ter atitude e aproveitar os momentos da vida... deixar de fazer algo por medo é viver pela metade!!!!!!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Reencontro

Às vezes me pergunto por onde me perdi... cadê aquela menina sapeca, risonha, que achava graça de tudo? Será que cresceu, será que morreu, será que se escondeu? Olho-me no espelho e sinto saudades do que fui... como diria Arnaldo Antunes, “não encho mais a casa de alegria”, meu sorriso desapareceu como que um toque de mágica e eu me cobro, as pessoas me cobram e essas cobranças fazem o sorriso desaparecer cada vez mais. Perdi-me dentro de mim mesma, e numa busca incessante de me reencontrar chego à conclusão que aquela menina não existe mais, que aquela menina cresceu, amadureceu... sofreu, e, conseqüentemente, morreu dando lugar ao que sou hoje. Busco me reencontrar não para voltar a ser o que era antes, mas para entender o que sou hoje.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

POEMAS ILUSTRES DESCONHECIDAS

Gritos ficaram contidos
na garganta do corpo sofrido
desgastado pelo tempo
impedindo vir à tona
mágoas acumuladas
dores
manifestadas apenas em
longos e profundos suspiros.

PARTIDA
Sem olhar, sem abraço,
Sem sorriso, sem nada.
Partir sem par, sem ti, meu Deus!
Vou me partir nesta partida.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O que será... será


O que será que me dá...
Que meu coração pulsa ao recordar,
Que minhas pernas tremem ao reencontrar,
Que meu corpo resiste ao invés de se entregar.
Então me resta perguntar:
O que será que me dá...
Que quando estou por perto finjo não escutar;
Que toda a minha vida estava a procurar;
Que isso que sinto não dá para controlar;
Então me resta indagar:
O que será que te dá....



quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Tempos de incertezas... tempos líquidos...

Estamos vivenciando um período da história em que cada vez mais as relações humanas estão se desintegrando. Alguns autores falam do atual mundo líquido, em que tudo se transforma em algo não palpável... temos o amor líquido, o medo líquido, as relações líquidas... acho que eu também estou me tornando um sujeito, ou seria uma sujeita?, líquida.... Nesse mundo de inconstâncias, de medos, de absurdos, vivemos e tentamos compreender as pessoas, as atitudes, os sentimentos... Confesso que tenho dificuldades de entender esse novo mundo e até me pergunto se faço parte dele.... acho que não! Ainda gosto e procuro acreditar nas relações humanas enquanto algo construído e solidificado. Ainda não consegui entender a lógica do mundo líquido. Ainda não consegui me adaptar às relações superficiais. Será que sou anormal? Ainda não consegui me entender, mas estou tentando!!!