sábado, 8 de agosto de 2009

Como é a vida...

A vida é um teste de tolerância, de dominar as vontades, de paciência...
Sei que sentir saudade é bom (pelo menos dizem) mas também é muito ruim, é um mister de sensações que acaba sendo difícil de explicar, quanto menos escrever... A única coisa que sei é que a cada dia fortalece o sentimento que cresce dentro de nós, que sem querer entra sem pedir licença e sem perguntar se o mesmo estava pronto para encarar um novo desafio, um novo amor... mas a grande verdade é que sempre estamos prontos para amar, principalmente se esse amor for nos trazer coisas boas, sensações novas, desejos reprimidos... é algo incontrolável... mas quem disse que queremos controlar! queremos é amar, e amar muito... como diria Renato Russo "é preciso amar como se não houvesse amanhã...".
As vezes pensamos: "nossa, como pude amar essa pessoa, como pude conviver com essa pessoas por tanto tempo..." ou então: "se fosse hoje não faria isso ou aquilo, faria diferente...", faria sim a mesma coisa, penso que não faríamos nada diferente,pois somos movidos a impulsos e sensações. Nós, indivíduos dotados de racionalidade e afetividade, temos que passar por algumas coisas para aprendermos a valorizar a vida... amamos as pessoas por algo que nos chame a atenção, pode ser o sorriso, o corpo, a inteligência, o caráter, entre tantos outros atributos humanos....mas o concreto é que amamos por identificar no outro aquilo que gostamos muito e queremos por perto... se o amor acabar, não é porque aquela pessoa deixou de ter essa ou essas "qualidades", mas porque as mesmas qualidades já não são suficientes, foram se desgastando com o tempo, então saímos a procura daquilo que nos satisfaça... o que hoje é lindo e perfeito pode ser feio e imperfeito amanhã... Por que nos prisionarmos em alguém que não amamos mais, que não desejamos mais... Mas diante disso tudo, o carinho deve permanecer... não devemos virar de costas para aquele (a) que foi durante tanto tempo “nosso amor” ... Sendo assim, amamos as pessoas em sua plenitude... amamos pelo simples fato de pensarmos que esta pessoa é o (a) companheiro (a) idela para trilhar um caminho conosco... e quando percebemos que não é mais a pessoa ideal (não gosto muito da palavra ideal, acho que ninguém alcança o ideal, mas foi a que me ocorreu no momento), devemos sem culpa partirmos para a busca da felicidade...
Bom, isso tudo é para dizer que na nossa vida passam várias pessoas (nem tão várias assim ...), todas elas deixam alguma marca... e se estiveram com a gente é porque tínhamos que conviver com elas, seja para aprendermos ou para ensinarmos... e amamos essas pessoas e deixamos de amar... é o ciclo da vida...pena que nem todos compreendem esse ciclo...

Um comentário:

Unknown disse...

...viver como se fosse eterno, enquanto durar.